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Fortaleza recebe CSA no Castelão em partida decisiva para ambos

Tricolor do Pici busca se afastar definitivamente da zona de rebaixamento e, para isso, a vitória é de suma importância. Da mesma forma, o Azulão precisa ganhar para ficar mais perto de deixar o Z-4, de onde não tem conseguido sair

Esporte

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17/11/2019 08h17Atualizado há 3 semanas
Por: Leonardo Soares
Fonte: Diário do Nordeste
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Escrever o futuro com as páginas do passado. É diante desta analogia que o Fortaleza chega para enfrentar o CSA hoje, às 19 horas, na Arena Castelão, pela 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.O paralelo faz sentido. O duelo nordestino ganhou teor de clássico por uma rivalidade que se forjou longe da elite nacional. O time azulino tem acompanhado o Leão desde a Série C, inclusive nos maiores feitos da história leonina.

A relação é tamanha que esse é o 9º duelo entre os clubes em três anos, o que incita média de três partidas por ano - números inferiores apenas aos do arquirrival Ceará. E se o retrospecto é minimamente favorável aos alagoanos (duas vitórias, cinco empates e uma derrota), o time de Rogério Ceni pode se gabar de um momento superior, além de ter a chance de afundá-los na zona de rebaixamento.

A tabela evidencia de maneira clara a aflição do confronto. Com 39 pontos, em 12º lugar, o Fortaleza fica com um pé fincado na permanência na 1ª divisão em 2020 se vencer, já que estaria próximo dos 45 pontos almejados, índice que evita o Z-4 de vez.

Do outro lado, o CSA, que tem 29 e está em 18º, pode ver a diferença para o primeiro fora da zona subir a oito pontos em caso de revés, o que seria difícil de reverter nas cinco rodadas seguintes. Segundo o departamento de matemática da Universidade de Minas Gerais (UFMG), a equipe de Argel Fucks tem 92% de chance de descenso antes mesmo de encarar o Leão.

Retoques no esquema

"Temos que estar atentos porque precisamos muito da vitória. Queremos seguir firme nos nossos objetivos. O primeiro é manter o time na Série A e o segundo é ir atrás do nosso sonho de conquistar uma vaga na Sul-Americana", destaca o volante tricolor Juninho. Com semana cheia para trabalhar e um jogo dentro de casa, Rogério Ceni aproveitou o triunfo no Clássico-Rei para descansar as peças e escolher reposições. A medida foi adotada por uma série de lesões que têm atrapalhado o desenvolvimento tricolor. Caso do zagueiro Jackson, que sentiu contusão muscular e não será relacionado.

Nessa situação, Paulão formará dupla com Juan Quintero. Os demais desfalques são o lateral Gabriel Dias e o atacante Osvaldo, ausências que mexem na estrutura tática da equipe.

Mesmo que o esquema 4-2-4 seja mantido, a ressalva é porque Osvaldo, na ponta esquerda, tem sido o responsável pelo preparado da última bola. A estratégia o fez executar cinco assistências no Brasileirão, o principal garçom do Fortaleza.

O substituto será Edinho, que costuma atuar pela direita e não tem o refino técnico, mas apresenta característica de velocidade que cresce no contra-ataque.

Já a saída de Gabriel Dias da lateral diminui o poder de marcação à frente da defesa. A contrapartida é a qualidade ofensiva de Tinga, que vai ganhar a posição. Lateral de ofício, o atleta chega fácil na linha de fundo e vai explorar bem a bola alçada na área.

Caminho para vitória

O CSA também se consolidou no Campeonato Brasileiro como uma equipe que atua fechada em duas linhas e explora o contra-golpe pelas laterais. Para a partida, no entanto, o Azulão não conta com o principal articulador, Jonatan Gómez, o que vai obrigá-lo a apostar nos lançamentos.

As características deixam nítido que o Fortaleza vai ter a posse de bola no confronto por um tempo maior. O domínio de espaço deve existir com calma e a mudança estratégica das peças, além da individualidade de Edinho e Romarinho.

Uma deficiência no rival que pode facilitar para o Fortaleza é a bola aérea, arma letal de Ceni. Na competição, o time levou 10 gols em oito partidas como visitante, o que totaliza 63% de todas as vezes que foi vazado.

O índice ganha potencialização porque o Tricolor é o 18º em quantidade de cruzamentos (18,9) e o 4º que mais balança as redes através do atributo (19). Além disso, transforma pelo menos oito lances vindos da lateral em finalização o que o torna o 7º melhor do Brasileirão.

Festa da torcida

Dono da 3ª média de público do Brasileirão, o Fortaleza iniciou uma campanha junto dos torcedores para subir ainda mais no ranking. Restando três jogos em casa até o fim da competição, a diretoria tricolor liberou ingressos promocionais a partir de R$ 10 (meia) para o confronto com o CSA.

Foi disponibilizada uma carga de 50 mil bilhetes, com última parcial de 7.328 vendidos e 13.685 check-ins realizados pelos sócios-torcedores. A média de público é de 32.660 espectadores na Arena Castelão.

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